Perguntas Frequentes

 

Perguntas Frequentes - Portuário

3. Qual são as principais características dos terminais de contêineres da Wilson Sons?

Rio Grande: localizado a 320 km da cidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul (RS), o Tecon Rio Grande foi o primeiro terminal de contêineres privatizado do Brasil, através de uma licitação pública em 1997. Atendendo as principais linhas marítimas que conectam o Brasil a importantes mercados internacionais, o terminal possui 735.000 m² de área total, 900 m de cais linear (com três berços), e calado de 12,8 m (42 pés), 2.352 tomadas para contêineres refrigerados, 18.000 m² de armazém, e 1,4 milhões de TEU de capacidade anual de movimentação. Os equipamentos são de última geração, incluindo nove guindastes de cais STS (Ship-to-Shore), 22 guindastes de pátio RTG (Rubber-Tyred Gantry), bem como o sistema operacional Navis N4, líder global em gestão de terminais portuários.
Em setembro de 2016, a Companhia iniciou a operação do Contesc, terminal de navegação interior localizado no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). Atualmente, o Contesc possui quatro escalas semanais, conectando o norte do estado diretamente ao Porto do Rio Grande.

Salvador: localizado a 50 km do Pólo Petroquímico de Camaçari, com acesso exclusivo à BR-324, principal rodovia federal que liga Salvador aos demais estados brasileiros. Atendendo as principais linhas marítimas que conectam o Brasil a importantes mercados internacionais, o terminal possui 118.000 m² de área total, um cais principal de 377 metros de comprimento e 15 metros (49 pés) de calado, outro cais secundário de 240 metros de comprimento e 12 metros (39 pés) de calado, 684 tomadas para contêineres refrigerados, 4.000 m² de armazém, e 435.000 de TEU de capacidade anual de movimentação. Os equipamentos são de última geração, incluindo seis guindastes de cais STS (Ship-to-Shore), 11 guindastes de pátio RTG (Rubber-Tyred Gantry), bem como o sistema operacional Navis N4, líder global em gestão de terminais portuários.
Em outubro de 2018, o Tecon Salvador iniciou a ampliação do cais principal de 377 metros para 800 metros, permitindo a atracação simultânea de dois navios super-post-Panamax. Em dezembro de 2018, a Companhia assinou um contrato de financiamento de US$67,9 milhões, denominado em reais, com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (“BNDES”), para a primeira fase da expansão. Esse investimento reflete o compromisso da Companhia com a melhoria contínua da produtividade e eficiência operacional.

4. O que é uma modalidade de navegação de Longo Curso, Cabotagem e Navegação Interior? O que é Transbordo e Remoções?
  • Longo curso: modalidade de navegação com escalas em portos de mais de um país (escalas internacionais)
  • Cabotagem: navegação marítima entre portos de um mesmo país.
  • Navegação interior: navegação praticada nos rios, lagos, lagoas e canais.
  • Transbordo: movimentação de carga de um veículo para outro, podendo ser do mesmo modal ou não, para prosseguimento do processo de transporte.
  • Remoção: processo de reposicionamento físico de um contêiner de um determinado endereço no pátio ou a bordo de navio
5. Qual a distância entre os principais portos de Santa Catarina e Paraná para o nosso terminal de Rio Grande?
  • Imbituba (SC): 689 km
  • Navegantes / Itajaí (SC): 885 km
  • Paranaguá (PR): 1.128 km
6. Qual a distância entre o Tecon Salvador e os principais portos no Nordeste do Brasil?
  • Pecém (CE): 1,257 km
  • Fortaleza (CE): 1,208 km
  • Natal (RN): 1,098 km
  • Suape (PE): 785 km
7. Com qual freqüência são feitos os reajustes de preços dos Terminais? Existe alguma precificação padrão?

As renegociações de preços são feitas anualmente e individualmente com cada cliente.

8. Quais são os serviços prestados pela divisão de Bases de Apoio Offshore?

Pioneiros no segmento de bases de apoio offshore privados e quase 20 anos de atuação, desenvolvemos soluções logísticas integradas para apoiar as atividades de exploração e produção de petróleo em toda a costa brasileira. Amplamente reconhecidos por nossa excelência em SMS e desempenho operacional, já fornecemos serviços de base de apoio às principais petroleiras e empresas de serviço locais e internacionais, com mais de 45 projetos em oito cidades diferentes.

Somos proprietários e operamos duas bases privadas estrategicamente localizadas na Baía de Guanabara, o principal pólo de apoio logístico às bacias de Santos e Campos, sendo uma em Niterói com 3 berços de atracação, e outra no Rio de Janeiro, com 5 berços. Temos também uma área em Guaxindiba (Rio de Janeiro) para armazenamento de tubos de perfuração e outros equipamentos.

9. Quais segmentos de atuação da Logística?
  • Armazéns Alfandegados
  • Centros Logísticos
  • Transporte
10. O que é um centro logístico alfandegado? A Wilson Sons opera algum?

É um armazém alfandegado localizado na zona secundária (fora do porto organizado). Recebe as cargas ainda consolidadas, podendo nacionalizá-las de imediato ou trabalhar como entreposto aduaneiro. Dessa forma, a mercadoria do importador é armazenada pelo período que este desejar, em regime de suspensão de impostos, podendo fazer a nacionalização de forma fracionada.

Oferecemos soluções porta-a-porta integradas para apoiar o comércio doméstico e internacional, operando com armazenagem geral e alfandegada, gestão de estoque, distribuição, gestão de transporte e soluções para o setor de comércio exterior.

Temos um centro logístico em Santo André, próximo à maior área metropolitana do Brasil, São Paulo, e outro localizado no Complexo Industrial Portuário de Suape (Pernambuco), oferecendo soluções personalizadas e excelência operacional.

1. Como são licitadas as concessões de terminais de contêiner no Brasil? Quantas concessões a Wilson Sons possui?

A concessão de terminais de contêiner é sempre precedida de um processo licitatório, de acordo com a Lei 8.630/93, que regulamenta o regime de concessão e permissão de serviços públicos.

A Wilson Sons possui, atualmente, duas concessões portuárias, sendo elas:

● Terminal de Contêineres de Rio Grande – Tecon Rio Grande (Rio Grande do Sul, Brasil)
● Terminal de Contêineres de Salvador – Tecon Salvador (Bahia, Brasil)

2. Os terminais de contêiner da Companhia já assinaram a renovação antecipada dos contratos de arrendamento? Qual é o ano final do 2º período de cada contrato?
  • Tecon Rio Grande: O contrato de arrendamento do Tecon Rio Grande S.A. foi assinado com a Superintendência do Porto de Rio Grande (“SUPRG”) em 3 de fevereiro de 1997, por um período de 25 anos (até 2022), prorrogável por mais 25 anos (até 2047). Tendo em vista a realização de investimentos extraordinários no terminal, além da antecipação de metas, compromissos contratuais e obras previstas, foi concedido o direito de renovação do arrendamento ao Tecon Rio Grande, conforme previsto no Primeiro Aditivo ao Contrato de Arrendamento assinado em 7 de março de 2006. A extensão do contrato está assegurada, desde que a União renove a delegação do Porto de Rio Grande à SUPRG, mantendo assim a gestão na esfera estadual.

 

  • Tecon Salvador: O contrato de arrendamento do Tecon Salvador S.A. foi assinado com a Companhia das Docas do Estado da Bahia (“CODEBA”) em 14 de março de 2000, por um período de 25 anos prorrogável por mais 25 anos. Em 16 de novembro de 2016, o Tecon Salvador celebrou o Segundo Termo Aditivo ao Contrato de Arrendamento, prorrogando o prazo do contrato por mais 25 anos, até março de 2050, e estabelecendo o compromisso da Companhia com a realização de investimentos de expansão e manutenção até o final do contrato de arrendamento.

Em abril de 2020, concluímos as obras civis de extensão do cais principal para 800 metros de comprimento, permitindo a atracação simultânea de dois navios super-post-Panamax, e facilitando o acesso ao porto e à maior economia do nordeste do Brasil. Em maio de 2020, recebemos três guindastes de cais do tipo STS, e três guindastes de pátio do tipo RTG, conforme previsto no projeto da expansão, além de dois RTGs para a substituição de equipamentos mais antigos. A operação do novo berço está prevista para iniciar no segundo semestre de 2020, após o comissionamento dos novos STSs.

Imagem ilustrativa do Tecon Salvador após a conclusão do 1º estágio da expansão:

 

Imagem ilustrativa do Tecon Salvador após a conclusão do 2º estágio da expansão, com o compromisso de concluir
até 2034:

Perguntas Frequentes - Marítimo

11. O que são OSVs (Offshore Support Vessels) ou Embarcações de Apoio Offshore?

As embarcações de apoio offshore são projetados para serviços de suporte a instalações offshore (sondas ou plataformas), como no transporte de materiais, resíduos e equipamentos. Exemplos de tipos de OSVs são PSVs (Platform Supply Vessels), TSs (Tug Supply Vessels), AHTSs (Anchor Handling Tug Supply Vessels), OSRVs (Oil Spill Recovery Vessels), entre outros.

12. O que são rebocadores?

Rebocadores são embarcações projetadas para empurrar, puxar e rebocar qualquer outro tipo de embarcação (de barcaças a navios de contêiner) em manobras complexas, como atracação e desatracação. Os rebocadores geralmente são embarcações de pequeno porte, com propulsão potente e manobrabilidade excepcional.

13. Quais modelos de embarcações podem ser construídos nos estaleiros da Wilson Sons?

Localizado no Porto de Santos (São Paulo), nossos estaleiros foram projetados para a construção, manutenção e reparo de embarcações de pequeno e médio porte, utilizadas principalmente para apoio marítimo e portuário. Amplamente reconhecido por sua capacidade de oferecer e entregar projetos customizados dentro do prazo, nosso complexo de estaleiros de 39.000 m² possui uma capacidade anual de processamento de aço de 10.000 toneladas.

Com mais de 135 embarcações entregues nos últimos 30 anos (10 navios-balizadores e várias lanchas de alumínio para a Marinha Brasileira), nosso portfólio de construções contempla rebocadores, embarcações de apoio a plataformas (“platform supply vessels” ou PSVs), embarcações de apoio à recuperação de derramamentos de óleo (“oil spill response vessels” ou OSRVs), embarcações de apoio a veículos de operação remota (“remotely operated vehicle supply vessels” ROVSVs), lanchas balizadoras, navios patrulha, entre outras.

14. Em que consistem as operações especiais em Rebocagem?
  • Assistência a Salvatagem
  • Apoio às operações Offshore
  • Reboque oceânico
  • Suporte a construção de plataformas FPSO
  • Suporte a terminais de GNL
15. O que é o Fundo da Marinha Mercante (FMM)? De onde vêm seus recursos?

Criado pela lei 3.381/58, o Fundo da Marinha Mercante (FMM) é destinado a prover recursos para a renovação, ampliação e recuperação da frota mercante brasileira, e para o desenvolvimento da indústria de construção naval no país. Os recursos do FMM são provenientes das taxas de despacho aduaneiro, das dotações orçamentárias que lhe forem atribuídas no Orçamento Geral da União e aos juros, comissões e outras receitas resultantes da aplicação dos recursos do próprio fundo.

16. O que é a Ultratug? Quais as razões para a formação de uma joint-venture no segmento de Offshore (Wilson Sons Ultratug Offshore)?

O Grupo Ultratug é uma subsidiária do Grupo Ultramar, sua holding controladora, baseada no Chile e composta pelas divisões a seguir (maiores informações em www.ultramar.cl):

A experiência e expertise da Ultratug na operação de embarcações de apoio offshore como AHTS e Tug Supply vessels atrelados ao conhecimento da indústria nacional por parte da Wilson Sons tornou a joint venture uma forte operadora num mercado onde o porte é um diferencial, preparando-nos para aproveitar as futuras oportunidades de consolidação da indústria.

  • Ultratug: Offshore e Rebocagem
  • Ultragas: Navegação
  • Ultramar: Agência Marítima e Operação Portuária
  • Ultraterra: Logística
17. A Wilson Sons Estaleiros está dentro da Wilson Sons Ultratug Offshore joint venture?

Não, 100% das atividades dos Estaleiros são de propriedade da Wilson Sons.