Perguntas Frequentes

 

Sistema Portuário e Logístico

Perguntas Frequentes - Portuário

1. Como são feitas as concessões de Terminais Portuários? Quantas concessões a Wilson Sons possui?

A concessão do porto organizado é sempre precedida de um processo licitatório, de acordo com a lei 8.630/93 que regulamenta o regime de concessão e permissão de serviços públicos.
A Wilson, Sons possui, atualmente, duas concessões portuárias, sendo elas:
● Terminal de Contêineres de Rio Grande, RS (Tecon Rio Grande)
● Terminal de Contêineres de Salvador, BA (Tecon Salvador)

2. Os terminais da Companhia já assinaram a renovação antecipada? Qual é a duração do 2º período de cada arrendamento?

● Rio Grande: O terminal foi licitado em 1997, por 25 anos (até 2022), renováveis por igual período (2047). Em 2007, a Companhia assinou um aditivo juntamente à SUPRG (autoridade portuária de Rio Grande), garantindo a opção de renovação do contrato, em virtude dos investimentos realizados até então, que antecipavam as condições contratuais. A extensão do contrato está assegurada, desde que o Governo do Estado renove a concessão do Porto à SUPRG, mantendo assim a gestão na esfera estadual.
● Salvador: O terminal foi licitado em 2000, por 25 anos (até 2025), renováveis por igual período (até 2050). Em Nov/16, a Companhia assinou um aditivo juntamente à CODEBA (autoridade portuária da Bahia), prorrogando o contrato por mais 25 anos, até março de 2050, e assumindo assim o compromisso de investir US$160mi (data base 2013), para realizar a expansão da infraestrutura do terminal.

3. Qual o perfil de seus Terminais?

Tecon Rio Grande: localizado a 320 quilômetros da cidade de Porto Alegre (RS), 900 metros de extensão de cais, calado de 13 metros, e capacidade para 1,6 milhão de TEU por ano, o Tecon Rio Grande é um dos poucos portos da costa brasileira com estrutura para receber simultaneamente 3 embarcações do tipo post-panamax. A exportação de tabaco, frango congelado e resinas é responsável por grande parte da movimentação do terminal.
Tecon Salvador: localizado no perímetro urbano de Salvador (BA), conta com uma área total de 118 mil m2, dois berços de atracação com 377 e 240 metros e 15 e 12 metros de calado, respectivamente. O Tecon Salvador tem a capacidade de movimentar 433 mil TEU por ano. O Terminal possui ainda uma área externa ao porto com 83 mil m2 destinados ao depósito de contêineres vazios. Produtos químicos e petroquímcos, papel, celulose, frutas, pneus e minérios são algumas das principais cargas movimentadas no Terminal.

4. O que é uma modalidade de navegação de Longo Curso, Cabotagem e Navegação Interior? O que é Transbordo e Remoções?

● Longo curso: modalidade de navegação com escalas em portos de mais de um país (escalas internacionais)
● Cabotagem: navegação marítima entre portos de um mesmo país.
● Navegação interior: navegação praticada nos rios, lagos, lagoas e canais.
● Transbordo: movimentação de carga de um veículo para outro, podendo ser do mesmo modal ou não, para prosseguimento do processo de transporte.
● Remoção: processo de reposicionamento físico de um contêiner de um determinado endereço no pátio ou a bordo de navio

5. Qual a distância entre os principais portos de Santa Catarina, Paraná e o Tecon Rio Grande?

● Imbituba: 689 km
● Navegantes / Itajaí: 885 km
● Paranaguá: 1.128 km

6. Qual a distância entre os principais portos do Nordeste e o Tecon Salvador?

● Pecém – 1.257 Km
● Fortaleza – 1.208 Km
● Natal – 1.098 Km

7. Com qual freqüência são feitos os reajustes de preços dos Terminais? Existe alguma precificação padrão?

As renegociações de preços são feitas anualmente e individualmente com cada armador.

8. Qual a atividade da Brasco? Em que mercado ela atua?

A Brasco é uma subsidiária da Wilson, Sons com foco voltado ao apoio logístico integrado para a indústria de Óleo & Gás. É sediada na ilha da Conceição, em Niterói (RJ), onde opera um dos maiores terminais portuários privados dedicados às empresas de petróleo e de serviços desse segmento. A Brasco possui capacidade de instalar bases de operações em toda a costa brasileira incluindo Salvador (BA), Vitória (ES), Belém (PA) e São Luís (MA). Esse sistema logístico inclui ainda uma retroárea em Guaxindiba (RJ) e um terminal de 500 metros de cais no Rio de
Janeiro.

9. Quais segmentos de atuação do negócio de Logística?

● Armazéns Alfandegados
● Centros Logísticos
● Transporte

10. O que é um terminal alfandegado? A Wilson Sons opera algum?

É um depósito alfandegário localizado na zona secundária (fora do porto organizado). Recebe as cargas ainda consolidadas, podendo nacionalizá-las de imediato ou trabalhar como entreposto aduaneiro. Dessa forma, a mercadoria do importador é armazenada pelo período que este desejar, em regime de suspensão de impostos, podendo fazer a nacionalização de forma fracionada.
No Complexo Logístico de Santo André, localizado em São Paulo, operamos um dos maiores terminais alfandegados do país, com área total de 92 mil metros quadrados. No Complexo Logístico de Suape, localizado em Pernambuco, operamos com área total de 57 mil metros quadrados.


 

Sistema Marítimo

Perguntas Frequentes - Marítimo

1. O que são PSVs (Platform Supply Vessels)?

Os navios de apoio as plataformas offshore (Platform Supply Vessels “PSVs”) são embarcações projetadas para ter grande capacidade de armazenagem com o objetivo de transportar mercadorias e materiais. Uma grande variedade de produtos pode ser transportada por estes navios, tais como: água, óleo, combustível, cimento, brita, ferramentas, etc.

2. O que são rebocadores marítimos?

Embarcações projetadas para empurrar, puxar e rebocar barcaças ou navios em manobras delicadas, como atracação e desatracação, e caracterizados pelo pequeno porte, motores potentes e alta capacidade de manobra.

3. Quais embarcações os Estaleiros da Wilson Sons têm capacidade de construir?

O complexo de estaleiros da Companhia tem capacidade para a construção ou manutenção simultânea de embarcações de pequeno e médio porte, principalmente para apoio offshore e portuário, tais como: Rebocadores, PSVs, AHTS (Anchor Handling Tug Supply Vessels), ROVSV (Remotely Operated Vehicle Support Vessels) e OSRV (Oil Spill Recovery Vessels).

4. Em que consistem as operações especiais em Rebocagem?
  • Assistência a Salvatagem
  • Apoio às operações Offshore
  • Reboque oceânico
  • Suporte a construção de plataformas FPSO
  • Suporte a terminais de GNL
5. O que é o Fundo da Marinha Mercante (FMM)? De onde vêm seus recursos?

Criado pela lei 3.381/58, o FMM é destinado a prover recursos para a renovação, ampliação e recuperação da frota mercante nacional, e para o desenvolvimento da indústria de construção, naval no País. O dinheiro do fundo é proveniente das taxas de despacho aduaneiro, das dotações orçamentárias que lhe forem atribuídas no Orçamento Geral da União e aos juros, comissões e outras receitas resultantes da aplicação dos recursos do próprio fundo.

6. O que é a Ultratug? Quais as razões para a formação de uma joint-venture no segmento de Offshore (Wilson Sons Ultratug Offshore)?

O Grupo Ultratug é uma subsidiária do Grupo Ultramar, sua holding controladora, baseada no Chile e composta pelas divisões a seguir (maiores informações em www.ultramar.cl):

A experiência e expertise da Ultratug na operação de embarcações de apoio offshore como AHTS e Tug Supply vessels atrelados ao conhecimento da indústria nacional por parte da Wilson Sons tornou a joint venture uma forte operadora num mercado onde o porte é um diferencial, preparando-nos para aproveitar as futuras oportunidades de consolidação da indústria.

  • Ultratug: Offshore e Rebocagem
  • Ultragas: Navegação
  • Ultramar: Agência Marítima e Operação Portuária
  • Ultraterra: Logística
7. A Wilson Sons Estaleiros está dentro da Wilson Sons Ultratug Offshore joint venture?

Não, 100% das atividades dos Estaleiros são de propriedade da Wilson Sons.