Perguntas Frequentes

 

Serviços Portuários & Logísticos

Perguntas Frequentes - Portuário

1. Como são feitas as concessões de Terminais Portuários? Quantas concessões a Wilson Sons possui?

A concessão do porto organizado é sempre precedida de um processo licitatório, de acordo com a lei 8.630/93 que regulamenta o regime de concessão e permissão de serviços públicos.
A Wilson, Sons possui, atualmente, duas concessões portuárias, sendo elas:
● Terminal de Contêineres de Rio Grande, RS (Tecon Rio Grande)
● Terminal de Contêineres de Salvador, BA (Tecon Salvador)

2. Os terminais da Companhia já assinaram a renovação antecipada? Qual é a duração do 2º período de cada arrendamento?
  • Rio Grande: O terminal foi licitado em fevereiro de 1997, por 25 anos (até 2022), renováveis por igual período (2047). Em março de 2006, a Companhia assinou um aditivo juntamente à SUPRG (autoridade portuária de Rio Grande), garantindo a opção de renovação do contrato, em virtude dos investimentos realizados até então, que antecipavam as condições contratuais. A extensão do contrato está assegurada, desde que o Governo do Estado renove a concessão do Porto à SUPRG, mantendo assim a gestão na esfera estadual.
  • Salvador: O terminal foi licitado em março de 2000, por 25 anos (até 2025), renováveis por igual período (até 2050). Em novembro de 2016, a Companhia assinou um aditivo juntamente à CODEBA (autoridade portuária da Bahia), prorrogando o contrato por mais 25 anos, até março de 2050, e assumindo assim o compromisso de investir US$160mi (data base 2013), para realizar a expansão da infraestrutura do terminal.

O terminal de Salvador continua progredindo com as obras civis para estender o cais principal de 377 metros para 800 metros, sendo atualmente a maior expansão de um terminal no país, e que deve facilitar a atração de novas linhas para a região nordeste do Brasil (imagem em nov/2019). As obras estão 60% concluídas, confira o vídeo.

Imagem ilustrativa do terminal de Salvador após a conclusão do 1º Estágio da expansão:

3. Qual são as principais características dos terminais de contêineres da Wilson Sons?

Rio Grande: localizado a 320 km da cidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul (RS), o Tecon Rio Grande foi o primeiro terminal de contêineres privatizado do Brasil, através de uma licitação pública em 1997. Atendendo as principais linhas marítimas que conectam o Brasil a importantes mercados internacionais, o terminal possui 735.000 m² de área total, 900 m de cais linear (com três berços), e calado de 12,8 m (42 pés), 2.352 tomadas para contêineres refrigerados, 18.000 m² de armazém, e 1,4 milhões de TEU de capacidade anual de movimentação. Os equipamentos são de última geração, incluindo nove guindastes de cais STS (Ship-to-Shore), 22 guindastes de pátio RTG (Rubber-Tyred Gantry), bem como o sistema operacional Navis N4, líder global em gestão de terminais portuários.
Em setembro de 2016, a Companhia iniciou a operação do Contesc, terminal de navegação interior localizado no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). Atualmente, o Contesc possui quatro escalas semanais, conectando o norte do estado diretamente ao Porto do Rio Grande.

Salvador: localizado a 50 km do Pólo Petroquímico de Camaçari, com acesso exclusivo à BR-324, principal rodovia federal que liga Salvador aos demais estados brasileiros. Atendendo as principais linhas marítimas que conectam o Brasil a importantes mercados internacionais, o terminal possui 118.000 m² de área total, um cais principal de 377 metros de comprimento e 15 metros (49 pés) de calado, outro cais secundário de 240 metros de comprimento e 12 metros (39 pés) de calado, 684 tomadas para contêineres refrigerados, 4.000 m² de armazém, e 435.000 de TEU de capacidade anual de movimentação. Os equipamentos são de última geração, incluindo seis guindastes de cais STS (Ship-to-Shore), 11 guindastes de pátio RTG (Rubber-Tyred Gantry), bem como o sistema operacional Navis N4, líder global em gestão de terminais portuários.
Em outubro de 2018, o Tecon Salvador iniciou a ampliação do cais principal de 377 metros para 800 metros, permitindo a atracação simultânea de dois navios super-post-Panamax. Em dezembro de 2018, a Companhia assinou um contrato de financiamento de US$67,9 milhões, denominado em reais, com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (“BNDES”), para a primeira fase da expansão. Esse investimento reflete o compromisso da Companhia com a melhoria contínua da produtividade e eficiência operacional.

4. O que é uma modalidade de navegação de Longo Curso, Cabotagem e Navegação Interior? O que é Transbordo e Remoções?
  • Longo curso: modalidade de navegação com escalas em portos de mais de um país (escalas internacionais)
  • Cabotagem: navegação marítima entre portos de um mesmo país.
  • Navegação interior: navegação praticada nos rios, lagos, lagoas e canais.
  • Transbordo: movimentação de carga de um veículo para outro, podendo ser do mesmo modal ou não, para prosseguimento do processo de transporte.
  • Remoção: processo de reposicionamento físico de um contêiner de um determinado endereço no pátio ou a bordo de navio
5. Qual a distância entre os principais portos de Santa Catarina e Paraná para o nosso terminal de Rio Grande?
  • Imbituba (SC): 689 km
  • Navegantes / Itajaí (SC): 885 km
  • Paranaguá (PR): 1.128 km
6. Qual a distância entre os principais portos do Nordeste para o nosso terminal de Salvador?
  • Pecém (CE) – 1.257 Km
  • Fortaleza (CE) – 1.208 Km
  • Natal (RN) – 1.098 Km
7. Com qual freqüência são feitos os reajustes de preços dos Terminais? Existe alguma precificação padrão?

As renegociações de preços são feitas anualmente e individualmente com cada cliente.

8. Qual a atividade da Brasco? Em que mercado ela atua?

Pioneira no segmento de terminais de apoio offshore privados, com quase 20 anos de atuação, a Brasco desenvolve soluções logísticas integradas para apoiar as atividades de exploração e produção de petróleo em toda a costa brasileira. Fortemente reconhecida pela excelência em SMS e performance operacional, a empresa já atuou como base de apoio para as principais petroleiras e empresas de serviço locais e internacionais, com mais de 45 projetos em oito cidades diferentes.

A Brasco possui dois terminais privados estrategicamente localizados na Baía de Guanabara no Rio de Janeiro (RJ), principal pólo de apoio logístico às bacias de Santos e Campos, sendo um em Niterói com 3 berços de atracação e outro no Rio de Janeiro com 5 berços. A empresa também possui uma área de armazenagem em Guaxindiba (RJ) para de tubos de perfuração e outros equipamentos.

9. Quais segmentos de atuação da Logística?
  • Armazéns Alfandegados
  • Centros Logísticos
  • Transporte
10. O que é um terminal alfandegado? A Wilson Sons opera algum?

É um depósito alfandegário localizado na zona secundária (fora do porto organizado). Recebe as cargas ainda consolidadas, podendo nacionalizá-las de imediato ou trabalhar como entreposto aduaneiro. Dessa forma, a mercadoria do importador é armazenada pelo período que este desejar, em regime de suspensão de impostos, podendo fazer a nacionalização de forma fracionada.

A Wilson Sons oferece soluções porta-a-porta integradas para apoiar as atividades de comércio doméstico e internacional operando com armazenagem geral e alfandegada, gestão de estoque, distribuição, gestão de transporte e soluções para o setor de comércio exterior. A Companhia possui um centro logístico em Santo André, próximo à maior área metropolitana do Brasil, São Paulo, e outro localizado no Complexo Industrial Portuário de Suape (Pernambuco), oferecendo soluções personalizadas e excelência operacional.

Serviços Marítimos

Perguntas Frequentes - Marítimo

1. O que são PSVs (Platform Supply Vessels)?

Os navios de apoio as plataformas offshore (Platform Supply Vessels “PSVs”) são embarcações projetadas para ter grande capacidade de armazenagem com o objetivo de transportar mercadorias e materiais. Uma grande variedade de produtos pode ser transportada por estes navios, tais como: água, óleo, combustível, cimento, brita, ferramentas, etc.

2. O que são rebocadores marítimos?

Embarcações projetadas para empurrar, puxar e rebocar barcaças ou navios em manobras delicadas, como atracação e desatracação, e caracterizados pelo pequeno porte, motores potentes e alta capacidade de manobra.

3. Quais embarcações os Estaleiros da Wilson Sons têm capacidade de construir?

O complexo de estaleiros da Companhia tem capacidade para a construção ou manutenção simultânea de embarcações de pequeno e médio porte, principalmente para apoio offshore e portuário, tais como: Rebocadores, PSVs, AHTS (Anchor Handling Tug Supply Vessels), ROVSV (Remotely Operated Vehicle Support Vessels) e OSRV (Oil Spill Recovery Vessels).

4. Em que consistem as operações especiais em Rebocagem?
  • Assistência a Salvatagem
  • Apoio às operações Offshore
  • Reboque oceânico
  • Suporte a construção de plataformas FPSO
  • Suporte a terminais de GNL
5. O que é o Fundo da Marinha Mercante (FMM)? De onde vêm seus recursos?

Criado pela lei 3.381/58, o FMM é destinado a prover recursos para a renovação, ampliação e recuperação da frota mercante nacional, e para o desenvolvimento da indústria de construção, naval no País. O dinheiro do fundo é proveniente das taxas de despacho aduaneiro, das dotações orçamentárias que lhe forem atribuídas no Orçamento Geral da União e aos juros, comissões e outras receitas resultantes da aplicação dos recursos do próprio fundo.

6. O que é a Ultratug? Quais as razões para a formação de uma joint-venture no segmento de Offshore (Wilson Sons Ultratug Offshore)?

O Grupo Ultratug é uma subsidiária do Grupo Ultramar, sua holding controladora, baseada no Chile e composta pelas divisões a seguir (maiores informações em www.ultramar.cl):

A experiência e expertise da Ultratug na operação de embarcações de apoio offshore como AHTS e Tug Supply vessels atrelados ao conhecimento da indústria nacional por parte da Wilson Sons tornou a joint venture uma forte operadora num mercado onde o porte é um diferencial, preparando-nos para aproveitar as futuras oportunidades de consolidação da indústria.

  • Ultratug: Offshore e Rebocagem
  • Ultragas: Navegação
  • Ultramar: Agência Marítima e Operação Portuária
  • Ultraterra: Logística
7. A Wilson Sons Estaleiros está dentro da Wilson Sons Ultratug Offshore joint venture?

Não, 100% das atividades dos Estaleiros são de propriedade da Wilson Sons.