Sistema Portuário e Logístico

A concessão do porto organizado é sempre precedida de um processo licitatório, de acordo com a lei 8.630/93 que regulamenta o regime de concessão e permissão de serviços públicos.
A Wilson, Sons possui, atualmente, duas concessões portuárias, sendo elas:

  • Terminal de Contêineres de Rio Grande, RS (Tecon Rio Grande)
  • Terminal de Contêineres de Salvador, BA (Tecon Salvador)

As concessões para prestação do serviço público de terminal portuário de contêineres no Brasil têm prazo de 25 (vinte e cinco) anos a contar da assinatura dos respectivos Contratos de Concessão e poderão ser renovadas por mais 25 (vinte e cinco) anos, a exclusivo critério da ANTAQ.

  • Tecon Rio Grande: início das operações em 1997
  • Tecon Salvador: início das operações no ano 2000

Tecon Rio Grande: localizado a 420 quilômetros da cidade de Porto Alegre (RS), o Tecon Rio Grande é responsável por 99% da carga contêinerizada que passa pelo porto de Rio Grande. Com 900 metros de extensão de cais, calado de 15 metros, e capacidade para 1,35 milhões de TEU por ano, o Tecon Rio Grande é um dos poucos portos da costa brasileira com estrutura para receber simultaneamente 3 embarcações do tipo post-panamax. A exportação de tabaco, frango congelado e resinas são responsáveis por grande parte da movimentação do terminal.
Tecon Salvador: localizado no perímetro urbano de Salvador (BA), conta com uma área total de 118 mil m2, dois berços de atracação com 377 e 240 metros e 15 e 12 metros de calado, respectivamente. O Tecon Salvador tem a capacidade de movimentar 530 mil TEU por ano. O Terminal possui ainda uma área externa ao porto com 83 mil m2 destinados ao depósito de contêineres vazios. Produtos químicos e petroquímcos, papel, celulose, frutas, pneus e minérios são algumas das principais cargas movimentadas no Terminal.

  • Longo curso: modalidade de navegação com escalas em portos de mais de um país (escalas internacionais)
  • Cabotagem: navegação marítima entre portos de um mesmo país.
  • Navegação interior: navegação praticada nos rios, lagos, lagoas e canais.
  • Transbordo: movimentação de carga de um veículo para outro, podendo ser do mesmo modal ou não, para prosseguimento do processo de transporte.
  • Remoção: processo de reposicionamento físico de um contêiner de um determinado endereço no pátio ou a bordo de navio
  • Imbituba: 689 km
  • Navegantes / Itajaí: 885 km
  • Paranaguá: 1.128 km

As renegociações de preços são feitas anualmente e individualmente com cada armador.

A Brasco é uma subsidiária da Wilson, Sons com foco voltado ao apoio logístico integrado para a indústria de Óleo & Gás, com bases localizadas em Niterói (RJ), Guaxindiba (RJ), Vitória (ES) e São Luís (MA).

  • Armazéns Alfandegados
  • Centros Logísticos
  • Transporte

É um depósito alfandegário localizado na zona secundária (fora do porto organizado). Recebe as cargas ainda consolidadas, podendo nacionalizá-las de imediato ou trabalhar como entreposto aduaneiro. Dessa forma, o armazém armazena a mercadoria do importador pelo período que este desejar, em regime de suspensão de impostos, podendo fazer a nacionalização fracionada.
No Complexo Logístico de Santo André, localizado em São Paulo, operamos um dos maiores terminais alfandegados do país, com área total de 92 mil metros quadrados.

Sistema Marítimo

Os navios de apoio as plataformas offshore (Platform Supply Vessels “PSVs”) são embarcações projetadas para ter grande capacidade de armazenagem com o objetivo de transportar mercadorias e materiais. Uma grande variedade de produtos pode ser transportada por estes navios, tais como: água, óleo, combustível, cimento, brita, ferramentas, etc.

Embarcações projetadas para empurrar, puxar e rebocar barcaças ou navios em manobras delicadas, como atracação e desatracação, e caracterizados pelo pequeno porte, motores potentes e alta capacidade de manobra.

O complexo de estaleiros da Companhia tem capacidade para a construção ou manutenção simultânea de embarcações de pequeno e médio porte, principalmente para apoio offshore e portuário, tais como: Rebocadores, PSVs, AHTS (Anchor Handling Tug Supply Vessels), ROVSV (Remotely Operated Vehicle Support Vessels) e OSRV (Oil Spill Recovery Vessels).

  • Assistência a Salvatagem
  • Apoio às operações Offshore
  • Reboque oceânico
  • Suporte a construção de plataformas FPSO
  • Suporte a terminais de GNL

Criado pela lei 3.381/58, o FMM é destinado a prover recursos para a renovação, ampliação e recuperação da frota mercante nacional, e para o desenvolvimento da indústria de construção, naval no País. O dinheiro do fundo é proveniente das taxas de despacho aduaneiro, das dotações orçamentárias que lhe forem atribuídas no Orçamento Geral da União e aos juros, comissões e outras receitas resultantes da aplicação dos recursos do próprio fundo.

O Grupo Ultratug é uma subsidiária do Grupo Ultramar, sua holding controladora, baseada no Chile e composta pelas divisões a seguir (maiores informações em www.ultramar.cl):

A experiência e expertise da Ultratug na operação de embarcações de apoio offshore como AHTS e Tug Supply vessels atrelados ao conhecimento da indústria nacional por parte da Wilson Sons tornou a joint venture uma forte operadora num mercado onde o porte é um diferencial, preparando-nos para aproveitar as futuras oportunidades de consolidação da indústria.

  • Ultratug: Offshore e Rebocagem
  • Ultragas: Navegação
  • Ultramar: Agência Marítima e Operação Portuária
  • Ultraterra: Logística

Não, 100% das atividades dos Estaleiros são de propriedade da Wilson Sons.